A Produção - Festival de Dramaturgia

A Produção

Amara Hartmann e Paloma Rodrigues se uniram para criar a Romã Atômica: um ambiente de fazer artístico entre elas e seus colegas artistas para a sociedade; prezando pela independência no trabalho, buscando aprendizado pessoal e profissional e, por meio de seus projetos artísticos, gerando empatia em cadeia entre todos aqueles que se relacionam direta e indiretamente com a arte.
Elas se conheceram no espetáculo teatral Volvere Vento (2016-2018), uma criação coletiva do Grupo Talvez Elizabeth e dirigido por Didio Gonçalves, foi apresentado no Sesi Vila Leopoldina, Teatro Experimental Anhembi Morumbi, no III Seminário Anual de Pesquisa e Extensão da Escola Superior de Artes Célia Helena, no FESTTO – em Teófilo Ottoni, Minas Gerais onde foi indicado em melhor figurino (assinado por Amara), melhor texto (por Renan Novais) e venceu na categoria melhor atriz (Barbara Arakaki). Teve também apresentações no CEU Heliópolis com a presença do Senador Eduardo Suplicy, no Festival Satyrianas e temporada no Viga Espaço Cênico, com a presença da Prefeita de Francisco Morato, Renata Sene. Em 2016, juntas produziram o espetáculo infantil “As Aventuras de Comadre Fulozinha”, que foi apresentado no II Bazar de Natal do Espaço Viver Lúdico, em Mairiporã, no Centro Cultural Newton Gomes de Sá e no Festival de Inverno, em Franco da Rocha, Teatro Laura Bressane e CEU das Artes, em Francisco Morato, ele foi escrito por Amara Hartmann e dirigido por Barbara Arakaki. 

Em 2019, encontraram-se novamente no espetáculo “A Verdadeira História do Barão”, da Cia Nau de Ícaros e direção de Marcelo Romagnoli, onde Amara fez assistência de figurino e Paloma fez assistência de produção. Em 2020, durante a pandemia de Covid19, nasce a Romã Atômica – um nome à união das duas. O primeiro projeto executado pela produtora foi a temporada da peça via Whatsapp “Temos Fome”, apresentada pelo Sympla, com direção de Anderson Vieira junto ao Grupo Claricena. E em 2021, por intermédio da Lei Aldir Blanc de Franco da Rocha, a Romã Atômica, juntamente à Saíra Editorial, publicou o “Maria e as Doze Flores”, juntamente à Contação de História e Aula de Escrita Criativa para Crianças no Youtube. Atualmente conta com mais um produtor na equipe, Matheus Jeronimo, e produzem, além do Festival de Dramaturgia: Jornadas Heroicas Possíveis, os espetáculos Pânico Vaginal, de Lara Duarte, A Lâmpada do Berro, de Beatriz Nauali – com a Luzamba Iluminação e Sonoridade, e As Crias Das Criadas, de Jaoa de Mello.

Amara Hartmann

Amara Hartmann começou a estudar teatro com 10 anos de idade no curso livre da Casa do Teatro. Também estudou no Teatro Escola Macunaíma, além de fazer cursos livres na prefeitura de sua cidade. Aos 17 anos entrou na Paolino Raffanti Produções, participando das peças: Branca de Neve e os Sete Anões, O Gato de Botas e Chapeuzinho Vermelho, que foram encenadas em teatros como Ruth Escobar, MUBE e Paulo Goulart, atuando ao lado de Flávio Guarnieri. Nesse mesmo ano entrou na Universidade Anhembi Morumbi e lá montou Homens de Plínio, uma colagem de textos de Plínio Marcos, com a direção de Simoni Boer. Desse projeto nasceu o Grupo Talvez Elizabeth, que montou O Abajur Lilás – também de Plínio Marcos – com a direção de Didio Gonçalves. O grupo, com o espetáculo Volvere Vento, se apresentou no FESTTO (e foi indicado a melhor figurino do festival, que Amara assinou) assim como nas Satyrianas, no CEU Heliópolis e no III Seminário Anual de Pesquisa e Extensão da Escola Célia Helena; e também fez três temporadas em São Paulo. Participou de duas montagens com Renata Zhaneta como diretora: Estudos sobre Galileu, de Bertolt Brecht, em 2014, e O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, em 2015, como conclusão da graduação (DRT: 0043985/SP) em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi.Em 2016 escreveu seu primeiro texto teatral, As Aventuras de Comadre Fulozinha, que se tornou um livro (ISBN: 978-85-68490-42-6) publicado pela Sowilo Editora. Em publicidade, atuou em vídeos da Volkswagen, Tele Sena e Gabriel Chalita. Estudou no curso regular de Cenografia e Figurino da SP Escola de Teatro; e fez assistência de figurino para Chris Aizner no espetáculo A Verdadeira História do Barão, da Cia Nau de Ícaros, em cartaz no SESI-SP. Também participa do curso regular de Canto (Classificação vocal: Soprano, extensão LA2 – LA4) com Dani Marcon. Durante a pandemia de Covid19 integrou o festival Arte Como Respiro do Itaú Cultural com um microconto no caderno Onde Caber e aprovou o conto De Francisco Morato até a Luz, no Chamamento de Propostas Virtuais da Prefeitura de Francisco Morato. Fundou a Romã Atômica produtora, que produziu a temporada do espetáculo virtual “Temos Fome”, e aprovou 5 projetos na Lei Aldir Blanc (Festival de Dramaturgia: Jornadas Heroicas Possíveis, O Medo Como Fronteira, CRIAS, Pânico Vaginal e A Lâmpada do Berro – todos em andamento). Um deles foi o livro “Maria e as Doze Flores” (ISBN: 9786586236125), escrito por Amara, e publicado pela Saíra Editorial; o projeto consiste em, além da publicação do livro, realizar uma Contação de Histórias e uma Aula de Escrita Criativa para Crianças, ambos disponíveis no Youtube da Romã Atômica. Também produziu e “atuou” no curta “A Câmera e Lisboa”, dirigido por Gustavo Belschansky, que foi premiado pela Funarte no Prêmio Funarte Respirarte. E foi convidada pelo Teatro da Vértebra para participar da Live Ciclo de Leitura sobre o Holocausto Brasileiro – Colônia e Juquery: Cenas que se repetem.

Paloma Rodrigues

É produtora, atriz e diretora. Atualmente integra a Romã Atômica, produzindo os projetos Festival de Dramaturgia: Jornadas Heroicas Possíveis, o espetáculo infantil A Lâmpada do Berro e a peça online Pânico Vaginal.
Atuou como atriz na Cia de Teatro de Jundiaí desde 2018 até dezembro de 2020, durante a pandemia foi lançado pela Companhia o Quarentena de Histórias, um programa semanal no canal do YouTube da Prefeitura de Jundiaí, em que cada ator da Cia. conta uma história e tem a direção de Carla Candiotto. Em 2019 atuou também pela Cia. de Teatro de Jundiaí nos espetáculos Robin Hood, com direção de Carla Candiotto, e N1nh0, com direção de GpeteanH. Trabalha como assistente de produção de Marlene Salgado desde 2017. Recentemente, para a Cia da Memória no projeto As Três Irmãs e A Semente da Romã, e para mundana companhia no projeto Guerra em Iperoig. Em 2019, fez assistência de produção nos espetáculos infantis A Verdadeira História do Barão, da Cia. Nau de Ícaros, em cartaz no Teatro Sesi, no espetáculo Casa de Brinquedos, com direção de Carla Candiotto, em cartaz no Teatro Frei Caneca e em 2018, no espetáculo Que Monstro Te Mordeu?, também com direção de Carla Candiotto. Produziu o espetáculo As Aventuras de Comadre Fulozinha, juntamente com Amara Hartmann, nas apresentações de Franco da Rocha e Mairiporã. É Licenciada e Bacharel em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi desde julho de 2016. Foi estagiária no núcleo de arte educação do Itaú Cultural entre 2014 e 2016.